RUSH
Confirmado o retorno ao Brasil do Rush, a maior e mais cultuada banda de rock progressivo.
Escrito por:
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Marcelo de Castro
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Tempos Musicais
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Foto: Divulgação
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<font style="font-weight: bold;" size="3">1968 
O Rush foi fundado em agosto de 68, na cidade de Toronto, Canadá. Inicialmente, a banda tocava uma mistura de hard rock, blues e heavy metal. Sua formação original era composta pelo baixista, tecladista e vocalista Geddy Lee, o guitarrista Alex Lifeson e o baterista e compositor Neil Peart. Com a enorme capacidade técnica dos seus componentes, logo destacam-se no cenário canadense, com músicas complexas, melodias elaboradas, pinceladas por sintetizadores distorcidos e uma pegada na ficção científica. 
Com as variações de estilos, os cinco primeiros anos da banda foram marcados pela busca da identidade sonora. Em 1974, lançam o primeiro álbum por selo independente, "Rush". No início, o disco não atravessou as fronteiras canadenses, até cair nos ouvidos da gravadora Mercury Records. Relançado nos Estados Unidos o disco estourou nas paradas e abriu as portas do mundo para a banda.

1975 
Enfim, a banda encontra sua identidade musical. Chega às lojas "Fly by Night". O Rush assumia o trono de maior banda de rock progressivo da história. Com suas letras sinfônicas, causou espanto e problemas comerciais. As rádios reclamavam da duração das músicas (algumas com mais de oito minutos). O reconhecimento definitivo aconteceria após o lançamento, em 1981, de "Moving Pictures", o álbum de maior sucesso da banda (o mais reconhecido é "2112", lançado em 76 e que está no Rock and Roll Hall of Fame).
Os megahits "Red Barchetta", "Limelight" e "Tom Sawyer" juntariam-se a "The Spirit of Radio" e "Freewill" (lançadas no álbum "Permanent Waves" um ano antes) e "Close to the Heart" (do disco "A Farewell to Kings", de 77) como as mais importantes da banda e do rock progressivo


1982
O Rush enfrentou a efervescente década de 80 com dignidade. Atuando nos bastidores do mainstream, manteve-se vivo e aproveitou para experimentar algumas mudanças sonoras. O grupo lança cinco discos com arranjos mais eletrônicos ao longo da década. "Signals", de 1982, para os críticos uma cópia sonora do The Police - um exagero, já que apenas a faixa "New World Man" lembra a batida da banda do Sting. "Grace Under Pressure", de 1984, é considerado o disco mais comercial dos canadenses. Em 1985, gravam "Power Windows", um verdadeiro catálogo de preciosidades do Rush. Citar apenas uma canção seria uma infâmia: é o melhor álbum da banda e também o maior fracasso de vendas. "Hold Your Fire", de 1987, pouco aparece no mercado, a não ser com a música "Time Stand Still", que conta com a voz de Aimee Mann, ex-vocalista da quase desconhecida banda americana´Til Tuesday.

Em 1988, voltam às paradas com o disco  "A Show of Hands", gravado ao vivo que alcançam o terceiro lugar da Billboard´s Top Music Videos

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Publicada em
19/07/2010
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